Obrigado por abrir a porta.

Ontem me peguei pensando nos vários mini-encontros fugazes que temos por aí. E é tão curiosa a maneira como pensei, pois ela é o exato exemplo de minha teoria.

Muitas vezes interagimos de maneira extremamente rápida com desconhecidos. Seguramos a porta a eles, chamamos o ônibus pra eles quando estão correndo ao ponto, juntamos suas chaves quando elas caem no chão, rimos de seus chapéus engraçados. Depois os esquecemos. A maioria deles não fica guardada (acho que pelo menos não conscientemente). Esse pensamento me foi despertado por uma situação dessas, ontem. Hoje, já a esqueci. Só lembrei de escrever sobre isso pois um vizinho tinha a chave da entrada do meu prédio. Não o conheço. Novamente um mini-acontecimento.

Talvez exatamente agora ele tenha passado de memória apagável pra fato memorável.

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