Passeio

Minhas sensações não são nada de mais, elas são simplesmente observações de fatos que podem ser despercebidos ou não. Como todos dizem, é uma tempestade em copo d’água. Minhas sensações, contudo, não cabem dentro de mim, elas querem escapar a todo momento. Do que eu gosto? O que eu quero? Esse tempo meio frio com uma chuva, às 17h é marcante e abre diversas portas. E passear por entre as ruas onde muitas pessoas seguem seus caminhos e eu não posso viver a vida delas, tenho que viver a minha, onde eu apenas quero sê-las, todas. E com aquele ar carregado de anos passados e tempos e história vivida. Aquele que debaixo vê o alto, o grandioso. Não compara esteticamente, nem visualmente, mas na essência das coisas. Na riqueza do ar, na beleza do que se sente. É essa a semelhança. É possível definir a ordem de semelhança. Eu me encontro entre as relações, em nesgas de luz, onde me baseio nessa busca pelo desconhecido e pelo novo. O alto suprime o baixo, diz quem ele é, diz que ele é pequeno demais pra estar ali, mas ao mesmo tempo o acolhe. E eu não consigo mais ver, o que sinto atrapalha minha noção.

páteo do colégio

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